USINA SANTO ANTÔNIO: IMPACTOS SOCIAIS, ECONÔMICOS E CULTURAIS DA POPULAÇÃO DE PORTO VELHO E COMUNIDADES RIBEIRINHAS.

  • Eva Vieira da Silva FARO
  • Adison Lino Nogueira FARO

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

AGÊNCIA ESTADO São Paulo, 5 de junho de 2009. Disponível em revistaecoturismo.com. br/turismo-sustentabilidade/consorcio-retoma-obras-de-jirau-apos-obter-licenca/. Acesso em: 28 ago de 2018.

BARCELOS, A. R. C. W. ; MORET, A. S.. Empreendimentos energéticos implantados e propostos para o Estado de Rondônia: estudo de caso das UHE rio Madeira. In: XV SEMINÁRIO FINAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, 2006, Porto Velho. Anais do III Seminário Integrado de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão e XV Seminário Final de Iniciação Científica, 2006.

BERMANN, Célio (coord.). A Repotenciação de Usinas Hidrelétricas como Alternativa para o Aumento da Oferta de Energia no Brasil com Proteção Ambiental. IEE/USP. In: Grupo de Estudos de Política Energética WWF. Brasília, Agosto de 2004.

CABRERA, Luiz Carlos. Desenvolvimento. Afinal, o que é sustentabilidade? Planeta Sustentável, Maio 2009. Disponível em: <http://planetasustentavel.abril..com/noticia/desenvolvimento/conteudo_474382.shtml> Acesso em: 25 set.2018

CÍCERO BLEY Jr. et al. Agroenergia da biomassa residual: perspectivas energéticas, socioeconômicas e ambientais. Galinkin, Maurício, Editor. Itaipu Binacional, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 2009.Foz do Iguaçu/Brasília, 2009.

ELKINGTON, John. Sustentabilidade, Canibais com Garfo e Faca. São Paulo: M. Books do Brasil, 2012.

FEARNSIDE, P.M. A hidrelétrica de Balbina: o faraonismo irreversível versus o meio ambiente na Amazônia. Instituto de Antropologia e Meio Ambiente, São Paulo, 1990.

FEARNSIDE, P.M. Estado, Energia Elétrica e Meio Ambiente: O caso das Grandes Barragens. L.P. Rosa, L. Sigaud & E.L La Rovere (eds.) Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal de Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), Rio de Janeiro. 1995. pp. 100-115

FRANCELLINO, R. C. Ter energia e mexer no bolso. REVISTA BRASIL ENERGIA. consultoria independente Excelência Energética. Rio de Janeiro, maio, 2006.

JORNAL DA ENERGIA. São Paulo, 24 de Abril de 2009. http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=372 . Acesso em: 28 set de 2018

MIRANDA, E. E. et al. Efeitos ecológicos das barragens do Xingu: uma avaliação preliminar. In: Leinad Ayer O. Santos e Lúcia M. M. de Andrade (Orgs.). As hidrelétricas do Xingu e os Povos Indígenas. . Comissão Pró- Índio de São Paulo, 1988.

MORET et al, 2007. Cartilha de Mobilização Social: Barragens no Madeira e a Cidade de Porto Velho. Campanha Popular Viva o Rio Madeira Vivo. Instituto Madeira Vivo. Porto Velho, 2007.

MORET, A. de S. Biomassa Florestal, petróleo e processo de eletrificação em Rondônia: análise das possibilidade de geração descentralizada de eletricidade. Campinas, SP. Faculdade de Engenharia Mecânica: Unicamp. 2000. Tese de Doutorado.

_________________. Geração descentralizada de eletricidade, oportunidades para Rondônia. In: AMARAL, J. J. (Org.). Pesquisas na Amazônia. Ed. EDUFRO. PVH-RO. 2002

________________. Energia e Desenvolvimento: análise nos aproveitamentos hidrelétricos de Santo Antônio e Jirau no Rio Madeira RO. RELATÓRIO DE ANÁLISE DO CONTEÚDO DOS APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS DO SANTO ANTONIO E JIRAU, NO RIO MADEIRA, ELABORADO PELA EMPRESA, COBRAPE CIA BRASILEIRA DE PROJETOS E EMPREENDIMENTOS, 2006, Porto Velho-RO. RELATÓRIO DE ANÁLISE DO CONTEÚDO DOS APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS DO SANTO ANTONIO E JIRAU, NO RIO MADEIRA, ELABORADO PELA EMPRESA, COBRAPE CIA BRASILEIRA DE PROJETOS E EMPREENDIMENTOS. Porto Velho-RO: Ministério Público Estadual de Rondônia, 2006.

PINGUELLI ROSA, L. et al. Estudo dos custos ambientais do impacto de usinas hidrelétricas na biodiversidade da Região Amazônia. Cadernos de Energia. Diagnóstico ambiental e energético das hidrelétricas na Amazônia. Centro de Estudos de Energia- ENERGE. No 9, mar., Rio de Janeiro, 1996.

ROCHA, C. Conflitos em torno da geração e transmissão de energia. In: BURSZTYN, Marcel (org.). A Difícil Sustentabilidade: Política Energética e Conflitos Ambientais. Ed. Garamond, RJ. 2001.

SEVÁ FILHO, A. O. (Org.). TENOTÃ-MÕ. Alertas sobre as conseqüências dos projetos hidrelétricos no rio Xingu. 01. ed. São Paulo: International rivers Network, 2005. v. 01. 344 p

SEVÁ FILHO, A. O. Ecologia ou Política no Xingu?. Coleção Documentos- Série Ciências Ambientais no 04, 1990, Instituto de Estudos Avançados, Universidade de São Paulo.

SOARES, M. Y. ; BERMANN, C. ; CAVALIERO, K.K.N. . Intensidade energética e exportação: uma análise do período 1997-2004. In: V CONGRESSO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO ENERGÉTICO, 2006, Brasília-DF. Anais V Congresso Brasileiro de Planejamento Energético. Políticas públicas para a energia: Desafios para o próximo quadriênio, 2006.

VAINER, C. B. e ARAUJO, F. G. B. Implantação e grandes hidrelétricas: estratégias do setor elétrico, estratégias das populações atingidas. Travessia. Centro de Estudos Migratórios. Ano II, no 6, jan.- abr., 1990.

VAINER, C. B. O caso dos atingidos por barragens. In: Conflitos sociais e meio ambiente: desafios políticos e conceituais . Seminário de trabalho promovido pelo projeto Meio Ambiente e Democracia. IBASE. Rio de Janeiro, 1995.

WWF. Agenda Elétrica Sustentável 2020: Estudo de cenários para um setor elétrico brasileiro eficiente, seguro e competitivo. Coord. JANNUZZI, G. De M.. Brasília, 2006.

Publicado
19-11-2018
Como Citar
da Silva, E. V., & Nogueira, A. L. (2018). USINA SANTO ANTÔNIO: IMPACTOS SOCIAIS, ECONÔMICOS E CULTURAIS DA POPULAÇÃO DE PORTO VELHO E COMUNIDADES RIBEIRINHAS. Revista FAROCIENCIA (ISSN 2359-1846), 7(1). https://doi.org/10.36703/farociencia.v7i1.235
Seção
Anais do V encontro de Ciência e Tecnologia